Hoje eu me lembrei de um fato antigo.
Não tão antigo assim, mas passado, entende?
Eu estava lendo um texto escrito por outra pessoa, sobre um momento que esta pessoa esta vivendo, e as informações eram tão familiares que pareciam ter saído de mim, mas há um tempo atrás não hoje (Graças a Deus, ou não).
E eu só consigo achar duas explicações: Coincidência ou previsibilidade masculina.
E neste caso, fico com a segunda.
Ou com a terceira opção que eu criei agora: idiotice feminina.
Afinal, como mulher fica boba quando se apaixona, né!
Tá tudo errado, o cara dá mil sinais, as amigas te alertam, mas não há conselho que faça a bendita enxergar o que está em frente aos seus olhos:
Isso não vai dar certo!
Corra! Não atenda o telefone!
Invente uma desculpa qualquer, de preferência uma bem esfarrapada mesmo!
Não renda assunto no msn!
Não diga sim!
E por aí vai...
Mas, mulher que é mulher honra a raça e não escuta nada a não ser o melodrama do amado (ou de quem ela pressupõe ser)
Pior é que todas nós sabemos disso.
Mas adianta saber?
Eu fiquei com vontade de escrever pra essa minha amiga explicando que essa raiva e esse ciúme todo que ela está sentindo vai passar, que amanhã ou depois, ou daqui há um mês ela vai rir muito desse besteirol todo e que daqui há 1 ano e meio ela, na verdade, vai dar graças a Deus pelo cara ter escolhido outra pior.
Sem falar que daqui há 3 anos ela vai demorar alguns minutos pra lembrar como foi que tudo isso aconteceu.
Fato é que, no final das contas a gente sempre dá graças a Deus.
E no final das contas a gente sempre arruma outro igual.
Por que homem safado é igual a roupa em promoção.
Você se apaixona, compra, defende, mas depois sempre descobre um defeito. Ou, pior, descobre que além de você outra pessoa comprou um igual.
“Moçaaaa, dá pra devolver, por favor?” rs.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Tudo vai passar
O rei desejava que tal frase o trouxesse consolo nos momentos de tristeza e angústia, mas que também trouxesse humildade nos momentos de felicidade e vitória.
Os sábios passaram meses apresentando possíveis frases ao Rei, que as avaliava, mas ainda não mostrava-se satisfeito com as mensagens.
Até que um dia, um dos sábios apresentou-o a seguinte frase:
“Tudo vai passar”.
O rei então satisfeitíssimo mandou recompensar o sábio autor da frase e, então, registrou-a em seu anel, e passou a refletir sobre ela em todos os momentos de sua vida.
Desde então, o reino prosperara, pois o rei havia aprendido a passar com sabedoria por momentos de fraqueza e com humildade pelos de alegria.
A história é mais ou menos esta.
E eu me peguei hoje refletindo sobre este assunto.
Tudo vai passar.
E passa.
Mesmo que os momentos de tristeza e angústia temem a ser mais duradouros que os de alegria.
Talvez porque aprendamos mais com as derrotas do que com as vitórias.
Talvez porque nos prendamos mais as tristezas que as alegrias.
Ou mesmo porque tudo que é bom dura pouco, e por aí vai.
Fato é que, Tudo Passa.
A vida é leve. Ela passa rápido como as batidas das asas de um beija-flor.
Hoje dói, amanhã não mais.
Onde amanhã houver euforia, há que haver espaço para a dor que virá depois.
E como é confortante saber que não há porquê preocupar-se, simplesmente porque a preocupação não resolve absolutamente nada.
A gente se preocupa, sofre, retorce sentimentos, confunde palavras e emoções, cria gastrite e depois disso tudo a dor passa, o problema encontra sua solução e os dias se encarregam de trazer leveza para o ser e acariciar o coração antes da próxima tempestade.A história do tal rei é tão simples quanto sábia e é também fácil de ser carregada e lembrada, para que assim como o rei, apesar de não a termos gravada em um anel, a mantenhamos gravada em nossas memórias para todos os dias que estão por vir, incluindo o de hoje, que já está por passar
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